quinta-feira, 17 de maio de 2012

Novas Parcerias

Olá leitores.
Hoje trago para vocês uma novidade que me deixou imensamente feliz. Hoje *calma Ronaldo* consegui parceria com as Editoras:

Agradeço imensamente as Editoras pela parceria.
Em breve novidade para vocês!!!
Editora Arqueiro        Editora Sextante

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Destaque Nacional #04

Minhas Lembranças – Juliana Ferreira

Sinopse: Quando Ônix perde seus pais em um acidente na estrada principal da Dinamarca a caminho da comemoração da sua formatura, ela não sabia que poderia sentir o que sentiu. Culpava a si mesma por ter causado aquele desastre e o pior se lamentava por não ter dado o devido valor aos seus pais. Mas já era tarde demais. Seus tios de criação ficam cientes do acidente e então convidam Ônix para morar com eles no interior de Londres. Apesar de estar confusa e muito mal, Ônix se dá a oportunidade de reviver. E fazendo isso ela encontra com o seu velho amigo de infância. Calebe fez Ônix esquecer da sua própria dor assim que ela olhou aqueles olhos verdes melancólicos. Descobrindo o porquê da melancolia Ônix soube que aquele sentimento de amizade já não poderia ser mais chamado de amizade.

Nota Pessoal:
“Minhas Lembranças” a história de Ônix, uma garota que acaba de perder os pais em um acidente ( que ela se sente culpada) e vai morar no interior de Londres com seus tios de consideração.
O livro tem uma história linda , e apesar de ter achado que a autora viajou um pouco com algumas coisas, é possível tirar grandes lições para a vida.
Mergulhada na dor, Ônix tenta a todo custo se sentir bem, coisa que para ela é quase impossível, vendo o fato de que ela era de uma cidade super agitada, passando agora a morar em um lugar calmo. E lindo. Porque é impossível não se apaixonar por aquela maravilhosa casa da tia Joanne e tio Josh.
Na mesma propriedade, morando com os tios de consideração de Ônix (esse nome é muito estranho) está Calebe. Um garoto que na infância é considerado estranho (segundo Ônix), mas que agora, mais maduro, desperta uma sensação diferente em Ônix. Será amor? Essa é a pergunta principal, a fazer com que a história de amor entre eles se desenrolem.
O que Ônix não pretendia depois da dor da perda dos pais, era realmente estar apaixonada por Calebe. Depois de um namoro (eu não chamaria aquilo de namoro) conturbado na cidade agitada, onde Ônix vivia, ela começa a se perguntar se é realmente isso que ela quer para a vida dela.
E aí chega (o que para mim)é o ponto mais alto da história. O suspense gerado para descobrir a verdadeira história de Calebe. O porque o garoto da infância de Ônix (sim, eles se conheciam durante as viagens de Ônix a casa dos tios na infância) se tornou esse adolescente tão estranho. Chega a ser superficial por parte de Calebe, alguns diálogos do livro.
Só no fim do livro é que a história de Calebe é revelada e confesso, me surpreendi muito com o desenvolvimento do personagem no livro, pela autora.
Eu não esperava grandes coisas da leitura, pensei que fosse um livro leve. E ele não é. Tem momentos descontraídos, família, mas o foco principal da história e que Ônix se indaga ao longo do livro é: “É preciso sofrer, para aprender com as perdas?”.
O último capítulo e o posfácio foi os que mais me surpreenderam. Com certeza, a autora não poderia dar um destino melhor aos personagens. Quando terminei a leitura pensei: “Poxa, que final mais que perfeito”.
Bom, agora vou fazer uma critica construtiva com relação a edição e revisão do livro. Sim, confesso que o livro merecia mais uma revisão. Porque. Porque teve muitos erros de digitação e o fato de ter colocado vírgulas em frases onde não deveria e vice versa, deixa o leitor um pouco confuso. Confesso que teve partes que tive que ler umas duas ou três vezes para entender o sentido da frase. Então fica a dica, uma revisão nos próximos livros.
Bom, eu super recomendo a leitura. É possível tirar verdadeiras lições de vida do romance, e o livro mudou um pouco o meu jeito de ver a vida. É preciso dar valor as pessoas, antes que seja tarde demais.
BOA LEITURA!!!

 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

O céu está em todo lugar – Jandy Nelson


Sinopse: Este é um livro de estreia vibrante, profundamente romântico e imperdível. Lennie Walker, de dezessete anos de idade, gasta seu tempo de forma segura e feliz às sombras de sua irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre abruptamente, Lennie é catapultada para o centro do palco de sua própria vida - e, apesar de sua inexistente história com os meninos, inesperadamente se encontra lutando para equilibrar dois. Toby era o namorado de Bailey, cujos sentimentos de tristeza Lennie também sente. Joe é o garoto novo da cidade, com um sorriso quase mágico. Um garoto a tira da tristeza, o outro se consola com ela. Mas os dois não podem colidir sem que o mundo de Lennie exploda...


Nota Pessoal:
Antes de começar a resenha tenho que ressaltar que mais uma vez a Novo Conceito arrasou com a diagramação do livro.
Agora vamos lá.
Confesso que eu me surpreendi bastante com o livro. Primeiro, eu esperava um ótimo livro. Nos primeiros capítulos tive vontade de largar o livro por achar que a história seria péssima (mais um clichê adolescente passado em uma escola). E depois ele tornou-se uma das melhores leituras do ano, digo isso com toda a certeza.
É impressionante o modo como Lennie amadureceu ao longo da história, e o modo como a autora escreveu cada personagem é fantástico.
Lennie depois de ser abandonada pela mãe quando criança e criada pela avó e pelo tio, acaba de perder sua irmã, a pessoa mais importante na sua vida, e como ela mesmo se indaga ao longo do livro, ao invés de estar de luto pela morte da irmã, ela ver-se em uma situação embaraçosa, ao sentir-se atraída pelo namorado da irmã (e ele também).
O que Lennie não esperava ao regressar ao colégio, era conhecer o cara mais perfeito do mundo (pelo menos pra ela).
Gente, me envolvi tanto na história e por a mesma ser contada por Lennie, assim como ela eu achava o Joe (o-novo-garoto-perfeito-da-escola) um chato de galocha, e não conseguia enxergá-lo como realmente deveria.
Apesar de muita gente achar ruim as partes em que Lennie exaspera toda a sua raiva em todos que estão ao seu redor, e de julgar Deus por ter tirado a sua irmã, eu no lugar dela agiria do mesmo jeito.
“ – Como o mundo pode continuar a brilhar assim? – pergunto ao me sentar sob o céu repleto de estrelas.
Toby não responde, apenas balança a cabeça e deita-se ao meu lado, perto o suficiente para colocar seus braços ao redor de mim, perto o suficiente para colocar a  cabeça em seu peito se quisesse. Mas não faz nada disso, nem eu.” PG: 122
Nesse impasse de prender-se ao luto ou liberta-se para o amor, a autora descreve com maestria a evolução da personagem. O que fazer quando estar loucamente apaixonada por um garoto e sentir-se totalmente atraída pelo namorado da sua irmã morta?.
Apesar de ter um relacionamento( não chamo de relacionamento, uma atração adolescente) por Toby (namorado da irmã), quem ler o livro sente que realmente o amor de Lennie é todo e completamente por Joe.
O livro caminha entre o leve e o intenso, e me fez ir as lágrimas com algumas verdades (bem cruéis), que mostram como a vida é cruel às vezes, e que muitas pessoas precisam perder para aprender a dar valor.
Acho que a atração entre Lennie e Toby se dá basicamente por ambos estarem sensíveis com a morte de Bailey, e por a própria Lennie ser tão parecida com a irmã. Mas para mim não tem como ficar com raiva da Lennie por causa disso.
O final do livro não poderia ser melhor. A autora deu o destino certo a cada personagem, e acho que foi o primeiro livro com final totalmente feliz que eu gostei.
Ah, e quem ainda não se rendeu ao livro “O morro dos ventos uivantes” com certeza vai querer lê-lo. Eu já pensei em continuar a leitura emperrada de “O morro dos ventos uivantes” por ser o livro favorito de Lennie. E o fato dela ter lido o livro 23 vezes, me fez ir correndo ler. (rsrsrs)
Com certeza o livro ganha espaço especial na minha estante e eu super ultra mega recomendo a leitura. Como dizem esse livro é leitura obrigatória.
BOA LEITURA!

quarta-feira, 2 de maio de 2012

A Sombra da Lua - John Sandford

Acostumado a assumir casos difíceis, o investigador do Departamento de Detenção Criminal de Minnesota Virgil Flowers é mandado a Bluestem, uma pequena cidade do interior, para ajudar a polícia local a solucionar um crime que chocou a população: um casal de idosos foi morto em sua residência com requintes de crueldade. Ao chegar à cidade durante a madrugada, Virgil é surpreendido por um incêndio no alto de uma montanha. A casa do fazendeiro Bill Judd é consumida pelas chamas e seu proprietário morre sob os escombros. Bill era um homem recluso e odiado. Há muitos anos, esteve à frente de um esquema fraudulento que levou centenas de fazendeiros à falência. Embora o dinheiro nunca tenha aparecido, ele foi julgado e absolvido. Além disso, seu envolvimento com várias mulheres casadas era de conhecimento de todos na região. Virgil não acredita em coincidências e fica intrigado com a morte do fazendeiro. Afinal, a pacata Bluestem passou duas décadas sem um único crime e nas últimas semanas foi cenário de três homícidios. Determinado a encontrar uma ligação entre os assassinatos, o investigador começa a conversar com os moradores e a descobrir seus segredos. Contudo, revirar o passado de uma pequena cidade pode trazer sérias consequências para um forasteiro.

Nota Pessoal:
Confesso que eu não esperava muita coisa desse livro.
É que apesar de já ter vendido 30 milhões de livros, eu ainda não conhecia o autor, e ficava com medo de não ser tão bom quanto os livros de Suspense/ Romance Policial, como os do Harlan Coben e James Patterson.
Mas, muito pelo contrário. O livro é ótimo. A narrativa flui rapidamente e principalmente não é cansativa. Gostei do livro principalmente por ele fugir um pouco da regra de quase todos os livros desse gênero, que quem não está acostumado a ler não entende, porque o autor enrola, enrola, enrola, e depois despeja toda a verdade nas últimas três páginas do livro.
“A Sombra da Lua” se passa em uma cidade interiorana calma, que depois de 20 anos sem nenhuma coisa fora do comum, ver-se diante de uma terrível tragédia. Um casal é assassinado em sua própria casa, e é exposto no quintal da casa, com os olhos perfurados.
Virgil Flowers é o investigador mandado para a pequena cidade para tentar solucionar o mistério que intrigava tanto os moradores.
O que ele não esperava na sua chegada a pequena cidade, era encontrar um enorme incêndio. Onde? Simplesmente na casa do morador mais amado e odiado da cidade. Hã? Vou explicar. Bill Judd no começo da sua carreira foi muito bom com os moradores, ajudou a muitos e depois deu um golpe nos fazendeiros e roubou o dinheiro de todos, o que aflorou a ira por parte dos mesmos.
Nesse emaranhado de mortes sem explicação, Virgil se vê obrigado a investigar não só a morte do casal, mas também do Bill Judd e de outros que irão surgir ao longo do livro.
O livro apesar de ser bastante intenso, o autor colocou umas pitadas de ironia na história.
Digo sempre, livros de suspense/romance policial, ou você ama ou você odeia. O autor de A sombra da Lua, sabe escrever um bom romance policial. Ops... um ótimo romance policial.
Confesso que em algumas partes do livro eu tive que parar pra analisar os fatos, e o livro me deixou bastante intrigado (eu não descobrir quem era o assassino, até ele ser revelado, raiiiiva).
O autor nos leva por caminhos engenhosos ao longo do livro. Os acontecimentos são inesperados, e o jeito que o autor revelou o assassino foi o que mais me impressionou, porque como eu já disse muito antes do fim do livro, ele deixou tudo tão óbvio, que você pensava “Não, ele não pode ser o assassino”.
Quando terminei a leitura pensei: “Poxa, era ele o assassino, como assim?”, e depois: “Claro que era, tava na cara”.
Sempre que leio romances assim fico meio pirado...
Mas enfim, é um livro ÓTIMO (pra quem gosta de romance policial). E pra quem não gosta, a partir da leitura do mesmo pode começar a gostar.
BOA LEITURA!