quarta-feira, 8 de maio de 2013

[Resenha] O Teorema Katherine - John Green

Título: O Teorema Katherine
Título original: An Abundance of Katherines
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
N° de páginas: 302
Sinopse: Após seu mais recente e traumático pé na bunda - o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine - Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.
Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.

Nota Pessoal:
“Ela falava ‘eu te amo’ como se fosse um segredo; e um dos grandes...” Pág: 9
Inteligente, divertido e espirituoso, ‘O Teorema Katherine’ é daqueles livros maravilhosamente escritos, que nos desperta um espírito aventureiro e nos faz ser logicamente despertos para a imensidão de possibilidades matemáticas de um relacionamento dar certo...e também é um livro sobre Katherines. Muitas Katherines.
É exatamente assim que Colin Singleton é: nerd, inteligente, e frustrado no campo do amor – e essa frustração atende pelo nome de Katherine. E foram dezenove até aquele momento.  Ele fora dispensado por dezenove garotas, todas chamadas Katherine, e ainda assim continuava paranoico com esse nome porque o tipo de garotas que ele gostava não tinha relação com tipo físico, cor de cabelo, tamanho, nada. O simples fato de ela ser registrada com o nome K-A-T-H-E-R-I-N-E fazia-o apaixonar-se.
“Col, a todos os lugares aonde fomos. E a todos aonde iremos. E a mim, aqui sussurrando de novo, de novo, de novo e de novo: euteamo...” Pág: 11
Mas isso só foi até a dezenove...
Porque ele estava decidido a mudar isso. Nada de Katherines – bom, é claro que ele ainda continuava apaixonado pela Katherine XIX – nada de escola – porque ele acabara de terminar o ensino médio – nada de nada. Somente uma viagem com seu melhor amigo chamado Hassan, num carro carinhosamente apelidado de Rabeção de Satã – um nome no mínimo estranho e inusitado.
Até aí tudo bem.
Só que o fato do garoto ser dispensado por 19...DEZENOVE Katherines o deixava com uma pulga atrás da orelha. Foi então que eles se alojaram em uma cidade pequena, fizeram alguns amigos, se hospedaram na casa de uma senhora chamada Hollis, conheceram a filha dela, Lindsey, e começaram a viver de acordo com as normas daquela cidadezinha de interior.
E foi então que ele teve a genial ou não ideia de criar um teorema que daria uma previsão de quanto tempo um relacionamento poderia durar; quem terminaria o namoro: o garoto ou a garota; tudo isso através de gráficos, equações e uma matemática complexa.
  Eu não conseguia ouvir mais nada no mundo além de você. E, naquele momento, estava tão frio e tão silencioso... E eu te amava tanto [...]” Pág: 139
Eu achei o livro bem...SENSACIONAL. Sei que tive que reler algumas coisas para entender bem o que estava escrito – porque tem passagens matematicamente complexas demais pra mim, um mero estudante que está longe de ser apaixonado pela matéria.
O Colin é um garoto...genial. Se você nunca teve um amigo nerd, com certeza se surpreenderá com o quanto ele pode ser irritantemente legal – como o garoto prodígio do livro. O Hassan é um personagem que eu amei/odiei – tá, confesso que eu nunca cheguei a odiá-lo. Ele é daqueles personagens fundamentais no livro, que podem parecer que só foram escritos para entulhar a história de personagens idiotas e insignificantes, quando na verdade só estão ali para mostrar que por mais idiotas e irracionais que eles sejam, ainda continuam sendo pessoas que merecem atenção, respeito e que podem ser verdadeiramente amigos.
A Lindsey é uma garota que tenta se adaptar a tudo, da melhor maneira possível. Ela não é ela, mas sim alguém que muda sua personalidade, seu jeito de falar diante de uma determinada situação. Bom, eu a achei meio chatinha no começo do livro, mas...sei lá...tudo foi tão perfeito que depois eu não conseguiria deixar de gostar dela mesmo.
E a estrutura da história é única. Tudo foi estrategicamente pensado, cada palavra foi encaixada perfeitamente, e o contexto como tudo aconteceu foi simplesmente incrível. Principalmente as Katherines – Ok, eu fiquei fascinado com toda essas história de Katherines. Porque querendo ou não, elas são personagens bem vivas – ao menos na pobre memória ferida de Colin.
Confesso que pra mim o final foi quase que surpreendentemente imprevisível. Quem leu pode dizer que já previa que aquilo fosse acontecer, mas eu simplesmente nutri minhas esperanças frustradas naquilo que eu achei que realmente deveria acontecer. Ah, isso foi outra coisa completamente fascinante no livro, o fato de mesmo não tendo o final que eu queria/esperava, o desfecho da história divertidíssima de Colin foi exatamente aquilo que deveria ser – e que mesmo eu não querendo que fosse, gostei.
“ Naquele instante, o futuro – não controlável por Teorema algum, seja matemático ou não – se descortinou para Colin: infinito, indecifrável e lindo...” Pág: 282
Prometi para mim mesmo que quando começasse a ler o livro, iria dar um jeito de me livrar da imagem que eu tinha do John Green que escreveu ‘A culpa é das estrelas’ porque:
(a)    Ele escreveu o meu livro favorito.
(b) Eu sabia que nenhum poderia ser comparado a ele.
(c)    Eu acho – na verdade, tenho certeza – de que amaria qualquer coisa que o John Green escrevesse.
Foi exatamente isso. Uma história complexamente simples sobre um garoto que queria ser reconhecido por algo extraordinário, quando ele mesmo, por si só, já era extraordinariamente especial para todos os que o rodeavam.
Achei a leitura divertidamente....deliciosa.
BOA LEITURA!!!






sexta-feira, 3 de maio de 2013

[Destaque Nacional] Amigos Inimigos - Vanessa Martinelli

Título: Amigos Inimigos
Autora: Vanessa Martinelli
Editora: Novo Século
N° de páginas: 101
Sinopse: Maria e Jack eram amigos quando crianças. Daqueles que dorme na casa e brinca das mesmas coisas. Mas eles cresceram e a idade transformou a amizade. Tomaram direções opostas. Demais até. E você? Já teve um amigo-inimigo?
Nota Pessoal:
‘Amigos Inimigos’ é um livro extremamente divertido, engraçado, leve e uma ótima pedida para quem procura uma descontração ou um momento ‘relax’.
Quando recebi o livro, a autora me disse que escreveu para sua filha, e que a história direcionava-se quase que especialmente para pré-adolescentes – 11/14 anos – pedindo-me que tentasse ler como o público alvo leria.
E foi exatamente isso que fiz; O resultado não poderia ter sido melhor. Eu ri, me diverti e ainda pude ver que a autora soube captar a essência proposta. Melhor dizendo, ela conseguiu traduzir para o papel exatamente o que todos – ou a maioria – já passou naquela fase irritante e muitas vezes frustrante que é a adolescência.
Maria é uma garota que estuda em um bom colégio, tem uma mãe que dá duro para manter a casa, e um irmão que não poderia ser mais irritante e fissurado em vídeo game – sempre tem que ter o irmão pé no saco. Apesar de ter uma boa vida, ela não poderia estar mais vidrada por ainda não ter se tornado uma mulher.
Ela não aceita a condição de ainda ser uma garota, com corpo de garota. Queria curvas, e sempre admirava uma de suas amigas por isso.
Em contrapartida, temos Jack: um dos melhores jogadores de futebol do colégio, desejado por quase todas as meninas e ainda por cima da classe de Maria. E o que mais a irritava era o fato de que eles tinham um passado.
Foi em um dia comum de aula, que eles acabaram por se encontrarem novamente – e não poderia ter sido de forma tão frustrante: na diretoria do colégio.
O encontro só serviu para trazer a memória de Maria, lembranças das coisas mais alegres e divertidas de sua infância, e em todas elas Jack estava presente. Eles eram vizinhos, e compartilhavam quando crianças uma amizade verdadeira e inocente. Mas o tempo passou, eles se afastaram. Mas por que aquele esbarrão no meio da aula, do nada trouxe de volta tantas possibilidades para que eles talvez retornarem com a amizade?! Ou algo mais...
Além dos dois, o livro é recheado de outros personagens interessantes e divertidos: temos a Morgana, rica e totalmente ‘estou nem aí pra vida’; A Patrícia, a mais bonita e ao mesmo tempo fora de sintonia com o mundo; A Camila, que é a mais estudiosa, sempre pronta para ajudar os amigos; E o Maurício, o playboyzinho, sempre tentando querer ser o melhor em tudo.
A princípio, podem pensar que é só mais um livro bobinho, mas é aí que se enganam, porque por mais que seja uma leitura descontraída, a autora conseguiu passar mensagens bem bacanas para os leitores. Mesmo que abordando os assuntos secundariamente, é impossível você não tirar ao menos uma lição do livro.
A Vanessa aborda temas como: a complexidade que é essa transação da infância para a adolescência e o que isso trará de consequência – tanto física como psicológica – para a criança; O quanto a separação violenta dos pais pode trazer de traumas para a criança e/ou adolescente que ainda não é capaz de compreender muito bem a coisa; E o valor do amor, seja ela entre a família ou os amigos. Temas estes que são considerados normais – por isso são quase sempre deixados de lado – mas que é de extrema importância para quem realmente está vivenciando.
O livro é bem pequeno e tem uma narrativa – sob o ponto de vista de Maria – bem adolescente e instigante. Tem uma temática clichê, mas acho que isso só reforça a minha teoria de que os livros aparentemente clichês são os que mais me surpreendem, por de alguma forma sempre se apresentarem interativos, dinâmicos e com algum diferencial – claro, que não estou generalizando.
Não recomendo o livro somente para o público alvo, mas para todos aqueles que estiverem afim de uma leitura rápida, engraçada, leve e divertida. ‘Amigos Inimigos’ traduz com perfeição uma das fases mais temidas e um tanto quanto rebeldes das pessoas: a adolescência.
BOA LEITURA!!!

segunda-feira, 29 de abril de 2013

[Destaque Nacional] Juntos para Sempre - Walcyr Carrasco

Título: Juntos para Sempre
Autor: Walcyr Carrasco
Editora: Arqueiro
N° de páginas: 206
Sinopse: Alan é um advogado bem-sucedido de São Paulo e leva uma vida aparentemente perfeita: mora em uma cobertura luxuosa, namora uma mulher lindíssima e pode ter tudo o que quiser. Mas todas as noites é atormentado por um sonho que o leva a um amor de outra vida. Assiste à morte na fogueira de uma jovem. E nesse momento promete: “-Eu me amarei para sempre!”. Quando desperta o sonho fica em sua cabeça. Envolvido por esse mistério, Alan vive dias de angustia. Tudo muda quando ele viaja para uma cidade do interior e encontra uma moça semelhante à que aparece em seu sonho. A profunda emoção que sente ao vê-la confirma que é a mesma pessoa. Essa é a primeira de várias evidências de que nada acontece por acaso. Mas, para seu espanto, a moça foge aterrorizada ao deparar com ele. Agora Alan precisa descobrir quem é essa mulher e qual é a ligação entre eles. Para isso, terá que rever sua existência e descobrir que as coisas realmente importantes não podem ser compradas. Auxiliado pela Terapia de Vidas Passadas, ele se entregará a uma árdua jornada de autoconhecimento. E entenderá que, embora o passado não possa se mudado, há uma nova vida para superar os erros e refazer os laços de amor, em busca de um futuro luminoso. Juntos para sempre é um livro cativante, escrito com a sensibilidade de Walcyr Carrasco, consagrado autor da TV Globo, conhecido por novelas como Alma gêmea, O cravo e a rosa e Chocolate com pimenta, todas campeãs de audiência.

Nota Pessoal:
“Uma vez me disseram que na vida temos duas famílias. Aquelas em que a gente nasce e aquela que escolhemos...” Pág:86
Juntos para Sempre é uma história de amor. Mas, mais que isso, é uma história sobre perdas, medos, traumas, perdão e amizade, com uma pitada de mistério transcrita de uma forma magicamente boa de ler.
Alan é um advogado que vivia de luxos, fruto proveniente do seu trabalho bem exercido. Espera muito da vida, mas mantém – ou tenta manter – uma relação superficial com Érica, uma mulher que só pensa em status, roupas caras e pessoas ‘importantes’ – ou importantes na visão distorcida dela.
Um sonho que se repetia noite após noite e atormentava a vida de Alan, parece que só consegue ficar mais forte e vívido com o passar do tempo. Nele, o advogado se vê transportado para uma época distante, no corpo de alguém estranho, prometendo algo quase que impossível de se acreditar perante a situação: amar uma jovem mulher, acusada de bruxaria e condenada à fogueira.
Mas foi quando seu amigo Tobias - que nunca tomou um rumo na vida – recebeu uma misteriosa herança de um tio distante, que a vida agitada de Alan começou a mudar. A insistência de Tobias para que o advogado cuidasse pessoalmente da papelada do processo, levou Alan a um mundo que ele nunca imaginara.
Em uma tarde qualquer, tentando conhecer a cidade, Alan se depara com a jovem mulher do seu sonho. Tamanho foi o susto que ambos levaram. Ele por reconhecer imediatamente, mesmo que tivesse traços diferentes, que aquela mulher era a que povoava seus sonhos. Ela por sentir uma angustia que tomava seu peito, lenta e misteriosamente, quando o vi pela primeira vez.
“ – Alan, não há forma para lidar com os sentimentos. Amar não é como matemática onde dois mais dois são quatro...” Pág:176
Daí, uma série de fatores levam Alan a fazer regressões – Terapia de Vidas Passadas – e tentar desvendar o mistério do sonho, e a repulsa que Anna, a mulher misteriosa dos sonhos e da vida real, sentia por ele.
O livro tem uma temática interessante, e o jeito como o Walcyr conduz toda a história é muito bom. Alan é um personagem bem desenvolvido e temos a história sob o seu ponto de  vista. Na verdade, ao longo de toda a leitura achei o personagem muito conflituoso. Ao mesmo tempo que ele tentava desesperadamente aproximar-se e ganhar a confiança de Anna, tinha medo e tentava ao máximo adiar a tão temida conversa com a Érica.
O autor leva toda a história em uma linguagem simples e singular, e o livro é recheado de citações que faz o leitor refletir sobre a vida, e como algumas decisões impensadas podem desencadear em uma sucessão de coisas desagradáveis para si e para os outros.
Em controvérsia, algumas partes são tratadas superficialmente e quase corridas, como se não tivessem grande importância na narrativa – quando na verdade eu achei que tinha. Tudo acontece muito rápido, o que me causou duas sensações distintas: o gostar de tudo ter um ritmo mais rápido, dinâmico, prendendo o leitor da primeira a última página; e a necessidade de querer ler algo mais aprofundado, cenas mais demoradas, com diálogos mais longos.
Mesmo não lendo muito sobre o tema em si – vidas passadas/reencarnação – o jeito como o autor o abordou muito me agradou.
“ – Mas o que realmente importa não é o que vivemos em outra vida.
-  O que é então, Anna?
- O que vamos viver nessa de agora. Nós dois.
E, pela primeira vez, Anna me beijou...” Pág: 203
E a história de Anna e o irmão é incrível. Sim, eles são os dois personagens que mais gostei no livro, tanto pela fundamental importância que ambos desempenham na história, como na história de vida que tiveram ao lado do tio de Alan.
E pra mim, o Walcyr não poderia descrever melhor o fascínio que os irmãos Anna e Tobias compartilhavam pelo circo; Mesmo que através de  cenas rápidas, o cenário encantador, palco do espetáculo circense descrito quase que minuciosa e encantadoramente, o autor só aumentou o fascínio que tenho por livros que abordam o tema 'circo'.
Um livro encantadoramente belo, que mesmo tendo cenas um pouco corridas e pouco aprofundadas, consegue prender o leitor do começo ao fim; E principalmente: nos passa uma bela e profunda lição.
BOA LEITURA!

sexta-feira, 26 de abril de 2013

[Adaptações Literárias] Um Porto Seguro

Eu sempre gosto das adaptações que fazem dos livros do Nicholas Sparks. E não é por eu sempre gostar dos seus livros e por ser fã do autor, que digo isso. Mas até hoje, eu nunca achei que cometeram grandes deslizes em suas obras adaptadas. E foi esse gostinho de 'romance-doce-e-sutil' que eu pude sentir quando sentei para assistir 'Um Porto Seguro'.


A história que pude acompanhar no cinema seguiu a mesma linha do livro, com diálogos interessantes, atores que fizeram jus aos seus devidos personagens, cenas fiéis – claro que nunca é completamente – e uma trilha sonora simplesmente....perfeita.
Pra quem leu a resenha do livro – aqui – sabe que essa é uma das histórias que o Sparks escreveu, que eu mais gostei. Tanto por sua simplicidade e seu lado ‘chicê’, como por apresentar um lado sombrio, enigmático.
Mas se ao mesmo tempo eu consegui gostar da adaptação, foi esse lado ‘sombrio, enigmático’ do livro - que na verdade não é tão explorado como foi no filme- o grande problema da adaptação.
Eles pegaram isso e exploraram ao máximo, o que tornou o filme por vezes com cenas desconexas – ao menos para quem não leu. Acho que o foco principal da história é o casal, Katie e Alex, e o quanto o amor que um sentia pelo outro, ajudaria ambos a superaram seus medos, traumas e limitações. E não a busca obsessiva e frenética que vemos durante quase todo o filme, do marido dela, tentando encontrá-la.
Porém, se isso foi um aspecto negativo, o que teve de positivo foi o que me fez sair feliz e satisfeito do cinema.
Como não amar as interpretações perfeitas? E como não amar os cenários maravilhosos? A trilha sonora incrível? A imagem...fascinante? Tudo isso e um pouco mais é o que deixa essa sensação de satisfação. Saber que por mais  mudanças que tenham sido feitas no enredo adaptado, os acertos foram muito maiores e significativos.
A adaptação traz cenas que não são descritas no livro, e sabe o que eu achei? Muito legal, porque não atrapalham em nada o enredo, contrário a isso: acrescentam e enriquecem a história.
Enfim...a história é linda, faz jus ao sobrenome Sparks, mas sinto que quem ainda não leu o livro - e pude presenciar isso no cinema - fica perdido em algumas coisas, alguns detalhes que são de fundamental importância, mas que não dariam para ser levados as telonas.

Olha que imagem linda!!! Condiz ou não com o retatro que o Sparks desenhou na cabeça do leitor?! *.*
E sabe o que eu gostei mesmo?! Ver pessoas sairem chorando do cinema - isso é a essência do Sparks - com aquela cena lindamente emocionante no fim do filme. E foi a mesma sensação de dever cumprido que me preencheu quando eu terminei de ler. Saber que apesar de tudo - ou talvez por causa de tudo - o Sparks sempre irá ser o meu autor favorito.
BOM FILME!!!